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2009
Carnaval, Globelezas e o “Deus do design”
Carnaval: Samba, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Globeleza, fantasias… Uma magia que leva milhares de pessoas, todos os anos, despenderem tempo e dinheiro para participarem de uma festa maravilhosa.
O carnaval chegou ao Brasil por volta de 1600 e foi influenciado pelas festas que aconteciam na Europa. Na Itália e na França, as pessoas usavam máscaras e fantasias, e encarnavam personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo.

Os primeiros blocos carnavalescos no Brasil aparecem no século 19. A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro: a Deixa Falar, criada por Ismael Silva, e que mais tarde, viria a se chamar Estácio de Sá.
Dando um salto para os dias atuais, a Globeleza surgiu em 1990, na chamada cujo jargão ainda era “A Globo faz escola. No Carnaval, deita e rola”. E quem a descobriu? Ninguém mais, ninguém menos que o “Deus do design”, Hans Donner, atualmente casado com Valéria Valenssa, Globeleza-Rainha-mãe.

Em 2003, Valéria estava grávida do primeiro filho, mas fez a vinheta mesmo assim. No ano seguinte, como estava grávida novamente, Valéria foi digitalizada. Em 2005, veio a despedida de Valenssa, apresentando a mulata que seria sua sucessora, Giane Carvalho. Em 2006, Aline Prado ganha o posto de Globeleza.


Clique aqui para assistir um vídeo com a compilação de todas as vinhetas Globeleza da década de 90, comentadas pelo “magnifico” Hans Donner. ;)
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Fontes:
Saber é bom demais
Carnaval 2009 – hotsite do UOL
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1 Comment
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Vinícius, obrigada! Seu blog é bom demais, também. ;)
Situação triste mesmo. Mas o importante é que nós que acreditamos na mudança não nos calemos. Muita coisa já foi mudada, nada impede que esse preconceito contra os gays também seja.
Lola,
Obrigada. ;) Bom, eu penso, por exemplo, em casos como o de um amigo meu. Ele é muito religioso sim, e acha que o correto é o “natural”: homem-mulher. Mas nunca o vi desrespeitando um homossexual. E, de certa forma, é normal as pessoas acharem que estão certas ao pensarem na melhor forma para os outros agirem. Por exemplo, quando eu digo que funk é uma porcaria. Lógico que eu gostaria que o funk fosse banido da face da Terra, mas nem por isso tenho preconceitos ou desrespeito a qualquer funkeiro. Concordo com você em relação a “querer mandar na vida de outra pessoa”, mas acho que basta ser humano pra ter esse “instinto”.
Ah, e volte sempre. Vou bater ponto no seu blog também. ;)
Daniel,
Desculpa, mas sempre que eu acho que eu sei usar os “pings”, acaba acontecendo isso: achei que você tivesse recebido. hehehe
Mas então, mereceu a indicação mesmo. E muito obrigada por me indicar também. Valeu! ;)