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Lá e de volta outra vez. Demorei a voltar com o blog, por diversos motivos, mas senti muita falta de tudo isso aqui. Agora, volto de forma diferente, tenho novas surpresas para o blog, e ao longo da semana você verá isso. :)

Bom, hoje vou falar um pouco do caso da #ChuvadeTwix, uma ação que tinha tudo pra dar certo (conseguiu gerar buzz, mesmo com um vídeo viral chato e longo). A ideia era fazer as pessoas correrem atrás de dicas espalhadas nas redes sociais, para descobrirem aonde iria acontecer a tal chuva de chocolates.

Enfim, uma ideia muito boa (quem não gostaria que chovesse chocolates?), mas de difícil execução: é preciso pensar na segurança dos participantes, pra que ninguém saia com galos por levar uma chocolatada na testa, nem se desespere e acabe derrubando e pisoteando outros participantes.

Mas nesse ponto, a ação realmente foi impecável: não há relatos de gente que se machucou, nem nada disso. O problema foi outro: as máquinas que iriam lançar os chocolates falharam, e os organizadores tiveram que jogar tudo com as mãos. Sorte de quem ficou perto, azar de milhares que ficaram longe e só viram uma chuva de papel.

É difícil julgar e dizer no que a organização errou. Mas olhando de fora, houve falhas no planejamento, em uma coisa que eu gosto de chamar de “brincar de ‘e se’”? “E se vier pouca gente? E se vier mais do que o esperado? De repente, vale fazer em duas etapas”?

Porque também há um pouco de matemática nisso: 16 mil chocolates, dividido por 2.000 pessoas (dentro do estacionamento, mas mais umas 2.000 do lado de fora), dá 8 chocolates para cada pessoa. É muito pouco para quem enfrenta metrô, trânsito e tal. É menos ainda, se quem está perto dos organizadores consegue pegar entre 100 e 200 chocolates.

Mas na minha visão, o principal problema foi a marca não admitir o erro depois, tuitando somente os comentários positivos e ignorando as centenas de comentários negativos sobre a ação. Sinto que as marcas ainda estão tendo dificuldades com a coisa do “2.0″, do “ouvir mais do que falar” e principalmente da transparência. Lógico que ninguém gosta de ouvir comentários negativos, mas isso já é prerrogativa nas mídias sociais: o usuário fala bem ou mal de uma empresa, ela ouvindo ou não. E aí, um bom relacionamento da empresa com seus clientes é o que vai fazer a diferença. E relacionamento é via de mão dupla, não tem jeito. A empresa DEVE ouvir, admitir o erro, e correr atrás para reverter a situação negativa. Simples não é, mas ignorar isso pode ser muito prejudicial à imagem da marca.

E você, o que acha? Deixe sua opinião aí nos comentários, vai? :)

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A blogueira que vos fala...

Soy Diana Pádua (prazer! ;D), tenho 27 anos, moro em Vitória - ES. Estou trabalhando como analista de monitoramento na Talk Interactive, escrevo em mais um monte de blogs e tenho pensado em tomar juízo.

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