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Resolvi postar aqui uma animação que eu acho P-H-O-D-A!

“A Noite do Vampiro” é uma animação em 3D, mas que busca simular a aparência de stop motion antigo. O criador é o Alê Camargo. A história é sobre um vampiro que tenta dormir, mas recebe a visita inesperada de um terrível predador.

Assista AQUI!

Prêmios:

- Anima Mundi 2007 – Melhor Animação Brasileira – Segundo Lugar

- Festival Guarnicê 2007 – Melhor Video Nacional

- Festival de Animação de Gramado/2007 – Menção Honrosa

- 14o Festival de Cinema e Video de Cuiabá – Prêmio Especial do Júri

- Animaserra – Festival de Animação 2007 – Animação 3d – Primeiro Lugar

- KAFI – Kalamazoo Animation Festival International – 3rd Place (independent works)

- Curta Video Votorantim – Segundo Lugar

- Mostra Londrina – Melhor Fotografia

A Extensis fez um hotsite super bacana pra divulgar a nova versão do seu gerenciador de fontes (apenas disponível para Mac), o Suitcase Fusion 2. Na campanha, um personagem chamado Max Kerning é o perfeccionista-mor, com mania de limpeza e pureza, que acha idiota todo aquele que não seja tão detalhista quanto ele.

A idéia é enfatizar a precisão e atenção aos detalhes da boa tipografia e, obviamente, a qualidade do software.

Enfim, o Max Kerning é tão chato que se torna engraçado, com aquele humor delicado e discreto que só as criaturas da raça NERD entendem.

Você assistiu (e adorou) o Helvetica, the movie? Deu gargalhadas na Conferência dos Tipos? É fã do blog Ironic Sans? Então, não deixe de conferir o hotsite da campanha, e de acompanhar o Twitter do personagem, para se deliciar com um humor arrogante e muito bom! :)

Via Caligraffiti

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P.S.: Tem alguma coisinha pra mostrar na área da Tipografia? Um trabalho próprio, um vídeo legal, um comentário viajante? Compartilhe com a gente!! ;)

Uma coisa que me irrita profundamente no ato de resenhar (para trabalhos de faculdade ou pós-graduação) é a impossibilidade de ser sincero. Uma vez que o professor invocou que aquele livro é interessante para os alunos, louco é aquele aluno que discordar.

Não que eu não esteja gostando de um livro que estou resenhando. É muito bom, o cara sabe do que está falando. Mas o que me incomoda são os seguintes pontos:

- A capa do livro (da edição que comprei) é a foto do autor. Mais “mamãe-sou-gostoso” impossível!
- Grande parte do que ele fala, eu já sei. Sou formada em Marketing, então “voltar a empresa para o mercado e para satisfazer as necessidades do cliente” não é necessariamente novidade para mim.
- Sinto falta de mais praticidade no livro. O cara fala de como o líder tem que delegar a responsabilidade pelas decisões. Mas eu quero mais exemplos práticos, palpáveis, que me digam: nesta situação eu fiz exatamente isso, dessa forma. Uma vez que nunca liderei nada nem ninguém, fico um tanto perdida em meio a tantas abstrações.

Enfim, de novo, o livro é ótimo. E as situações acima não são necessariamente regra geral. Sou uma dos poucos naquela sala que não são formados em jornalismo e publicidade, áreas que talvez não tenham se aprofundado tanto em mercadologia, e para quem aquilo tudo deve ser novidade. A professora agiu de forma correta ao indicar um livro que atenda às necessidades da turma com relação à disciplina. O que me incomoda, no entanto, é eu ser uma exceção, e não poder expressar isso na resenha.

Bom, para quem se interessa pelo assunto, esqueçam a TPM latente da criatura aqui: o livro é bom, sim. É o “A hora da verdade”, de Jan Carlzon, ex-presidente da SAS, companhia aérea sueca, voltada exclusivamente para viajantes de negócios. É bem interessante, e mostra a ousadia de Carlzon em pensar diferente em uma época onde todas as companhias aéreas estavam voltadas para “a última inovação tecnológica” nos aviões.

No mais, estou estudando bastante agora Planejamento e Organização Pessoal, com foco em Gerenciamento de Tempo. Percebi estas coisas como falhas minhas, e estou me esforçando para mudar. Se você também tem esses probleminhas, recomendo ouvir o Fala Freela da semana, sobre Gerenciamento de Tempo, e visitar o site Efetividade.net. Com certeza, vai ser aquela horinha “perdida” que vai valer um montão. :)

Adoro promoções inspiradas no cliente. Como o caso do Doritos gigante:

No Orkut, os usuários das comunidades “Eu amo Doritos”, “Amantes de Doritos” e “Queremos Doritos 5kg” irão receber uma versão de 5kg do salgadinho. Além disso, a Elma Chips vai realizar uma promoção de um pacote de 132kg e 3 metros de altura: o pacote contém tortillas de verdade, e a idéia é acertar a quantidade de tortillas, para ganhar o pacotão. Cada pessoa tem direito a 3 lances no site www.doritos.com.br, que transmite ao vivo o pacote e irá mostrar diversas atrações até o dia 18 de novembro.

A idéia é reforçar o Doritos como um snack social. Achei bastante interessante, gosto dessas promoções que envolvem o-maior-do-mundo. Além disso, as promoções da Elma Chips são sempre conhecidas como criativas, até mesmo aquelas dos colecionáveis: quem nunca teve um tazo?? :D

E é dessa forma que a Elma Chips vem sempre sendo lembrada por “crianças” de todas as gerações. :)

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Via Brainstorm #9

Tenho um certo preconceito com alguns livros, e não tenho vergonha de dizer isso. As vítimas do meu desprezo costumam ser, nessa ordem, Paulo Coelho, auto-ajuda e best-sellers. Às vezes, mordo a língua, como no caso de “A menina que roubava livros”, uma história linda, conforme eu disse aqui. Na maioria das vezes, a leitura se revela decepcionante, e confirma o preconceito. Esse foi o caso de “O caçador de pipas”.

Por quê, Diana? O livro é tão ruim assim?

Não, não é ruim. É uma história que te prende, que questiona alguns valores sociais horrendos, enfim…

Mas o que eu não gostei foi… – (Resolvi colocar a parte abaixo em bege meio apagadinho, se você quiser ler, é só selecionar. É que tem gente que é tãããão chata em relação a essas coisas… ^_^)

O fator decepcionante foi o final. Esperava algo mais do que o clichê, do que o comum. E a decepção começou com a ligação da história ao 11 de Setembro. Porque não é uma ligação que traga algo mais pra história. É simplesmente a ligação. É simplesmente citar o fato. Não fala da desconfiança por parte dos americanos em torno dos afegãos no pós-atentados, não aprofunda. Não fala de preconceitos, de medo, de insegurança.

Então. Pode ser que a errada seja eu, o que normalmente é verdade. Oras, normalmente os best-sellers são livros de entretenimento, puro e simples, e não os futuros clássicos. Então, espera-se que alguém que vá lê-los o faça com olhos de quem lê uma história de entretenimento. E isso, eu ainda não aprendi a fazer…

Recomendo o livro? Acho que se você o ler esperando encontrar o que o livro realmente é, entretenimento e uma história comercial, acho válido sim. Mas se deseja ler algo que realmente te acrescente, pule para o próximo. Você não vai perder tanta coisa assim. :)

Neste fim de semana, diversos jornais do país veicularam um anúncio da agência F/Nazca, sobre a crise econômica mundial. Achei interessantíssimo, e concordo com a visão otimista que a agência coloca: afinal, se todos perderem a confiança no mercado, a crise se agravará.

Então, uma dose de coragem e ousadia, nesse momento, é mais do que necessária. E a F/Nazca coloca isso muito bem. Segue o texto completo do anúncio.

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Crise. Você prefere com ou sem açúcar?

Nós já enfrentamos e sobrevivemos a muitas crises. Talvez já tenhamos perdido as contas sobre o número e a origem delas. Mas a maldita já nos surpreendeu diversas vezes enquanto assobiávamos distraídos virando alguma dessas esquinas da vida. Algumas, foram provocadas pelo petróleo, outras pela Rússia ou pela China, a maioria, geradas internamente, já que em matéria de crise, o Brasil sempre foi auto-suficiente. A tal ponto, que se não chegamos a ser fraternos amigos – nós e a crise – também não podemos negar que tenhamos nos tornado íntimos conhecidos.

Nenhuma crise é igual à outra. Essa que chegou com toda a força, agora, certamente é a mais diferente de todas. Porque o Brasil não tem um pingo de responsabilidade sobre o que está ocorrendo e porque o Brasil está no seu melhor momento, economicamente falando. O Brasil nunca esteve tão em dia com as suas obrigações, o dever de casa feito, com um mercado interno tão forte, com empresas tão sólidas, modernas e competitivas e com suas instituições tão garantidas, para encará-la.

Mas isso não nos exime das conseqüências da crise. Que, por sinal, é também uma das mais potentes e destruidoras das que se tem notícia em quase um século. Ela já está sendo dura e será ainda mais devastadora, não precisamos ser profetas para prevê-lo. Então, o que nos resta fazer?

O óbvio é termos medo, nos encasularmos, rezarmos para diferentes deuses, de diferentes religiões, ficarmos imóveis acreditando que qualquer mínimo movimento pode ser fatal para ela nos alcançar e, assim esperarmos, até que ela passe.

Demitir, cortar os investimentos, reduzir a produção, suspender novos projetos, reprimir os movimentos de inovação, não acreditar num retorno inesperado da demanda, também são boas e óbvias idéias. Talvez, algumas tenham mesmo que ser feitas, quem sabe?

Mas também há o inóbvio, por mais que, obviamente, a palavra inóbvio não exista. E não existe por que? Porque ninguém a disse antes, vai saber.

E é aí que reside o intuito desse nosso anúncio: apelar para os que acreditam que o inóbvio existe. Não só existe, como pode ser feito nesse exato momento onde o óbvio é o que todos pensam, todas fazem, todos professam e todos aconselham.

O intuito desse anúncio é, humildemente, tentar criar uma minúscula fagulha de otimismo, de esperança – nossa velha, desgastada, mas essa sim, querida amiga em todos os nossos célebres momentos de crise – para que ela se dissemine, se instale nas nossas cabeças, nas nossas empresas, na nossa sociedade, mesmo lutando contra esse poderoso inimigo que tão mais facilmente gosta de se instalar nesses mesmos lugares ao menor sinal de que o pior pode acontecer.

O intuito desse anúncio é despertar o empreendedorismo que sempre caracterizou o empresariado brasileiro, a coragem que sempre foi a marca registrada das nossas empresas, a capacidade inesgotável de reinvenção que sempre foi o norte dos vencedores neste nosso país. E também é o intuito desse anúncio, demonstrar que um marketing original, é a mais poderosa fonte de energia, capaz de gerar as transformações que uma empresa precisa num momento de crise. Nós acreditamos piamente nisso.

Esse é o nosso óbvio.

Acreditamos que se este não é o momento de inovar, que outro será? Acreditamos que se esse não é o momento de ser e parecer diferente dos seus concorrentes, que outro haverá de ser?

Acreditamos que se não for essa a hora de falar, enquanto muitos se calam de medo, que outra hora estará à nossa disposição para fazê-lo? Uma grande idéia, única, diferente de todo o óbvio, sempre foi e sempre será o detonador mais valioso – e menos oneroso – para mudar-se a história, o humor, a fé, a determinação e otimismo interno de uma empresa.

É isso que nós defendemos para os nossos clientes e que queremos externar para o Brasil inteiro hoje. Porque tivemos a presunção de que se nós pensamos assim, talvez você, talvez mais gente por aí também pense do mesmo jeito. E nós adoraríamos poder contar com mais gente, mais empresários, mais cidadãos para ajudar a contrariar o óbvio, a não aceitar passivamente em todas as suas piores conseqüências o medo, pelo medo.

Crises nós já enfrentamos e, queiramos ou não, ainda enfrentaremos essa um bom tempo e outras por muitas vezes.

O que deve nos mover é a visão de como nós queremos ser percebidos assim que mais uma vez nós sairmos dela.

De pé, ou de cócoras.

Na crise, já disseram muitos, é que se separam os homens dos meninos. Ou seja, crise, pode ser café pequeno para os homens. Nós gostamos com açúcar.

Oct
10

Rapidinhas

Sem pensamentos sujos por aqui, ok? Esse é um blog de respeito! ;)

Então. Meus primeiros folders (de verdade) acabaram de chegar. Ficaram lindos, mas como toda perfeccionista compulsiva, achei milhares de erros que deixei passar. Erros bobos, que os olhos leigos não notam. Mas que saltarão aos olhos de qualquer pessoa (perfeccionista compulsiva) que analisar meu portfolio. Acontece que Murphy é meu encosto, então a pessoa em questão SERÁ perfeccionista compulsiva. Damn it!

Odeio também quando escrevo um e-mail, confiro, clico no enviar, e ENTÃO encontro aquele erro gramatical absuuuurdo! E quando esse e-mail foi enviado para a coordenadora da pós em comunicação que você faz, hein? Escapa dessa… :S

Chega de TPM por hoje. A vida é bela, a chuva cai lá fora (pra quem não sabe, prefiro mil vezes um dia frio e chuvoso àquele calor duzinfernu que normalmente faz em Guarapari) e meu folder ficou bonitinho. :)

Ah. Nunca mais assisto ao History Channel. Hoje passou um “Maravilhas Modernas” falando sobre o gelo. E como tempestades de gelo derrubam aviões. E como foi a pior tempestade de gelo da história, no Canadá. Alguém quer que eu desista dessa viagem… :S

Ah, siim!! Não sou muito de indicar algo que não usei, não vesti, não assisti. Preciso saber como é de verdade, para depois indicar aos amigos, normalmente com um entusiasmo bem forte. :)

Não sei se vocês já conhecem, talvez já, mas se não, corram para o Fala Freela! É um podcast com diversos profissionais, designers e tal, que atuam como freelancers, e que conversam sobre as vantagens e as desvantagens de se abandonar o “emprego de 9 às 6″ e viver de freelas. Vale a pena baixar, mesmo!!

Então! Finalmente, depois de muitos nãos, estou indo para o meu intercâmbio. Vou passar 2 meses em Vancouver, Canadá, estudando inglês no ILAC.

E como blogueira viciada que sou, não poderia deixar de criar um blog especialmente para a minha viagem.

Quem quiser acompanhar a saga de uma aprendiz de design na cidade do Game & Video Design, bem como dicas de viagem, fotos, pontos turísticos e sua história, não deixe de conferir!

É só clicar AQUI!

Quando eu buscava referências sobre o Software Livre na Indústria Gráfica, acabei conhecendo o Celso Júnior, cujo TCC foi sobre o tema.

No trabalho, há a comparação entre as plataformas PC, Mac e Unix, a apresentação das alternativas livres e a produção de impressos no Linux.

Resolvi divulgar por aqui também, pra quem se interessa pelo tema, ou tem apenas curiosidade, ou quem sabe, venha a se interessar.

Clique aqui! :)

Ah, há um tempo fiz um post falando do tema também, explicando e apresentando algumas ferramentas.

Saiu no Omelete:

A família do escritor Bram Stoker vendeu os direitos de uma continuação de Drácula, intitulado Dracula: The Un-Dead. Na continuação, em 1912, alguém está caçando em Londres o grupo que derrotou Drácula 25 anos atrás.

Além do livro, que será lançado em outubro de 2009, será produzido um filme também.

“O roteiro foi escrito com base em anotações originais de Bram Stoker para o primeiro livro, descartadas pelos editores da época”.

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Mal posso esperar! ^_^

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A blogueira que vos fala...

Soy Diana Pádua (prazer! ;D), tenho 27 anos, moro em Vitória - ES. Estou trabalhando como analista de monitoramento na Talk Interactive, escrevo em mais um monte de blogs e tenho pensado em tomar juízo.

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