Compare preços de Cem anos de Solidão (livros)
Compare preços de Gabriel García Márquez (livros)

Acabo de ler Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez. Aurelianos e Josés Arcadios, Remedios e Amarantas, formigas e fantasmas, peixinhos de ouro e um só destino: a solidão. Tudo isso em uma história envolvente, que nos faz sorrir e agonizar.
Com maestria, García Márquez constroi um mundo real e irreal ao mesmo tempo, contando a história da família Buendía, uma história destinada a se repetir indefinidamente, até que o tempo não lhe dê uma segunda chance.
Confesso que me perdi um pouco na repetição de nomes, e na complicada árvore genealógica criada por Gabriel, mas me peguei sorrindo por diversas vezes, e a ponto de chorar em tantas outras. E em tantas figuras de linguagem e frases que fazem doer até a alma, coloco García Márquez na lista dos FAVORITOS EVER!!
Enfim, o autor conhece como ninguém as entranhas da solidão, a ponto de torná-la, apesar de triste, algo incrivelmente belo.
…
Imagem: Kurt Halsey, outro gênio que entende muito bem a arte da solidão.
Compare preços de Pulp Fiction (DVD)
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Demorei a assistir Pulp Fiction. Tentei umas três vezes, mas nunca estava exatamente no clima. E como eu tenho o DVD, fui adiando (coisa que, juro, não faço nunca mais na minha vida!).


O que dizer? Roteiro e direção impecáveis (Quentin Tarantino, oras!), atuações magníficas.
Adoro roteiros não-lineares. Adoro ver Tarantino atuando. Adoro ver Uma Thurman, John Travolta, Bruce Willis, Samuel L. Jackson e Harvey Keitel, todos excelentes! Tá, pra dizer a verdade, só achei chato quando o Bruce Willis contracena com a Maria de Medeiros: mel com açúcar demaaais.
Samuel L. Jackson e John Travolta fazem uma dupla incrível. Uma Thurman está tão diferente, e numa elegância que nem uma overdose consegue destruir. E Harvey Keitel rouba a cena no pouco tempo que aparece.
Gente, e aquele bar estilo década de 50? Aquela dança da Uma com o Travolta? Quero sentar e tomar um milk-shake de 5 dólares em um Chrysler. Quero ser atendida pela Marilyn Monroe.
Quero dançar Girl, you’ll be a woman soon de um jeito bêbado e descompromissado. Quero chamar o Mr. Wolf pra resolver os meus problemas. E quero falar: “Zed is dead, baby. Zed is dead.”
Relativismo: culpado ou inocente? O que é proibido deveria ser proibido para todos ou somente para alguns?
Não sei. E não sei se consigo formar uma opinião sobre isso. Não agora, pelo menos.
Mas o fato é que, HOJE, achei um absurdo o fato que o Inagaki aponta:
No dia 30 de novembro de 2007 a artista suíça Mona Caron, atualmente residente em São Francisco, EUA, participou da Bicicletada, movimento que reúne mensalmente usuários de veículos não-motorizados, que se encontram com o objetivo de reivindicar seu espaço nas ruas e o direito de andar com tranquilidade pelas cidades onde moram. Na ocasião, Mona desenhou um painel na Praça do Ciclista, na Avenida Paulista, ilustrado por uma bicicleta alada.
Bicicletada, by Mona Caron
Esse grafite, como mostra a foto abaixo, que encontrei no excelente blog Apocalipse Motorizado, não existe mais. No lugar da arte urbana, restou um muro cinza e estéril.
Muro Cinza
Tá. Pela ditadura do ‘politicamente correto’, isso não pode. Mas o que justifica uma arte urbana desaparecer e uma propaganda política, não?

Propaganda Kassab
Enfim. Neste Flickr, você encontra artes urbanas que se tornaram somente fotos, e uma crítica ao Kassab. Vale MUITO a pena visitar!
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Andy Warhol interativo!
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Quer brincar de artista? Uma boa pedida é o site do museu de Andy Warhol, expoente da Pop Art.

Madonna, em estilo Pop Art, feito por mim.
Warhol usou objetos de consumo e ícones pop como tema para sua arte: latas de sopa Campbell’s, garrafas de Coca-Cola, notas de Dólar. De Jacqueline Kennedy a Marilyn Monroe, passando por Mao Tse-tung, Che Guevara ou Elvis Presley. Foi célebre no mundo do Pop Rock, inventou a língua (símbolo) dos Rolling Stones, e foi produtor do grupo de rock’n'roll Velvet Underground. Reproduziu continuamente as suas obras, com diferenças entre as várias séries, tentando tornar a sua arte o mais industrial possível, usando métodos de produção em massa.
–
Eu poderia citar vários livros que me marcaram na “fase tenra do meu existir”.
Poderia dizer que foi Sonho de uma noite de verão (versão infanto-juvenil), de Shakespeare, já que é a primeira opção que vem à mente quando penso nisso. Poderia também dizer que foi A Fada que tinha ideias, já que eu sempre tive a esperança de me tornar uma fada. Também poderia falar de O Pequeno Príncipe, ou de Frankenstein. Mas acho que estaria sendo injusta. Todos esses livros se perderam em algum momento: ou emprestei pra alguém que nunca mais me devolveu, ou acabei doando. Tive de comprá-los novamente depois.
Enfim, acho que o que realmente mais me marcou foi o Manual da Mônica, de Maurício de Sousa, edição de 1985. É o único que ainda resiste bravamente, mesmo rabiscado pelas mãos de uma criança de 3 anos, mesmo remendado e com as folhas se soltando. Foi nele que aprendi a ler, aos 4 anos de idade. Foi ele que defendi tão calorosamente nas inúmeras vezes que a minha mãe quis se desfazer das “quinquilharias”. Foi com ele que aprendi a fazer bolo de chocolate (a receita, por sinal, é excelente!). É dele a memória de leitura mais antiga que tenho: um texto sobre índios apache.
E, além de tudo isso, ele é a única lembrança viva do meu tio Chico, que faleceu tão logo eu completei 4 anos. Que nunca chegou a me ver tropeçando nas palavras do texto dos índios. Que nunca comeu do bolo de chocolate. Que somente viu os rabiscos e as “obras de arte abstrata” nas páginas do manual.
Vou ficando por aqui, sonhando com o dia em que meus filhos estraçalharão ainda mais o Manual da Mônica. DESDE QUE ele continue vivo pra contar a história.
Compare preços de Livro: Memórias de uma Gueixa
Compare preços de Filme (Blu-Ray): Memórias de uma Gueixa
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Eu tinha esse filme aqui em casa já há bastante tempo, mas sempre que ia assistir, algum imprevisto não me deixava. Mas hoje resolvi assisti-lo, com sua fotografia fantástica, trilha sonora impecável e uma história comovente.
Li aqui que o filme não é tão real como tenta parecer, mas talvez por não conhecer a realidade de perto, eu não seria tão dura com o filme. Em nenhum momento me pareceu que “a linha que divide gueixas de protitutas desapareceu”. Ao contrário, achei a atmosfera do filme tão linda e artística…
Tudo bem, posso realmente estar julgando sem conhecer. E, para minimizar um pouco esse fato, falo de uma reportagem de um especial da *National Geographic sobre o Japão. Os trechos abaixo, inclusive, foram adaptados do livro Geisha, de Jodi Cobb.
“Os lábios selados simbolizam o código de honra da gueixa. Elas divertem a elite masculina do Japão com música, dança, canções e conversa – e são valorizadas tanto pela discrição quanto pela beleza.
“Foi em Tokyo, Kyoto e Osaka que as gueixas surgiram no século 17, como dançarinas e cantoras. As primeiras eram homens, mas, no século 18, a profissão já era dominada pelas mulheres.
“A gueixa hoje é a elite da extensa indústria que evoluiu através dos séculos para atender aos desejos sensuais do homem japonês. Mas ela não é prostituta. Se fornece serviços sexuais, é por opção ou porque está envolvida em um relacionamento duradouro. O trabalho dela é VENDER SONHO (DE LUXO, ROMANCE E EXCLUSIVIDADE) aos homens mais ricos e poderosos do Japão.
“Numa cultura obcecada pelo trabalho, fornecem a ilusão do romance para gente com raro acesso à emoção verdadeira. Apesar de seus dons artísticos, os japoneses dizem apreciar mais sua capacidade de conversar.
“Por meio de disciplina e talento, as gueixas criam uma vida de beleza. Transformam-se na imagem da mulher perfeita, são o resumo da cultura e do refinamento japonês, como obras de arte vivas”.
Também recomendo a leitura deste post, que trata de uma “desconstrução gráfica de cartazes”, no qual a blogueira Márcia Okida analisa o design do cartaz do filme.
(*) Reportagem publicada na Revista National Geographic, Especial Japão, em outubro de 2005.
Info no IMDB: Memórias de uma gueixa (Memoirs of a geisha) – 2005
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Drácula, de Bram Stoker
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Compare preços de Filme (DVD) Drácula de Bram Stoker, de Francis Ford Coppola
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“O desespero sabe engendrar suas calmarias”.
Do Diário de Jonathan Harker, Drácula, Bram Stoker, 1897.
Acabo de ler Drácula, de Bram Stoker. O que dizer? Um livro instigante, que tem o poder de te prender na história (li 400 páginas em 2 dias!); uma história de horror, e ao mesmo tempo, de amor incondicional.
O romance é narrado numa série de escritos em diários e cartas, de uma caçada a um ser aparentemente indestrutível. Stoker não inventou o vampiro, mas a influência de seu romance foi por si só responsável por dezenas de adaptações teatrais e cinematográficas.
Enfim, mal posso esperar para assistir ao filme, com Gary Oldman, Wynona Ryder, Anthony Hopkins e Keanu Reeves, além da direção de Francis Ford Coppola. É, é vergonhoso admitir, mas eu ainda não assisti…
Assisti ao filme e adorei! Gary Oldman está ótimo, Anthony Hopkins então nem se fala. Mas o Keanu, apesar de ser um dos meus amados do cinema, é a mesma coisa em todos os filmes. Tudo bem, ele não precisa ser o melhor ator do mundo, oras… :D
Coppola é sempre ótimo, adoro! E pelo que eu me lembro do livro, o roteiro até que é bem fiel.
Quanto ao livro, eu sugiro fortemente que você leia logo que puder. Simplesmente fantástico!
..
Imagem: Da adaptação cinematográfica de 1931, a primeira adaptação oficial do livro de Bram Stoker.
A blogueira que vos fala...
Soy Diana Pádua (prazer! ;D), tenho 27 anos, moro em Vitória - ES. Estou trabalhando como analista de monitoramento na Talk Interactive, escrevo em mais um monte de blogs e tenho pensado em tomar juízo.
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